Velho andarilho, viajor do tempo eterno.
O verbo guardião do universo.
Detentor dos segredos e dos mistérios.
Guardados a sete chaves, pelo cósmo magnifico.
Nos verbos estão contidas as maravilhas do universo.
Estão os anjos e arcanjos, e todos os homens santos.
Protegendo e zelando pelos seres humanos errantes.
Todos são pobres caminheiros.
O viajor do tempo eterno é o verbo, a dar luz aos versos.
Silenciando os mistérios, segredos do universo.
Se faz luz o pensamento, do abstrato ao concreto.
Ilumina-se o universo do homem andarilho, que trás nos olhos o brilho da luz do dia.
O mesmo brilho da nave mãe, o homem esta de passagem pela vida breve.
O velho andarilho, veloz como a nave, passando de cidade em cidade, levando a velha mensagem.
A boa nova aos homens, alertando sobre o abismo profundo que, o mundo esta exposto.
O velho andarilho, a luz para o povo.
Nem todos o admiravam.
O velho falava do tempo quântico e da fúria dos oceanos, que esta dentro do ser humano.
A vida, a grande nave, o destino uma viagem, a conduzir o homem no tempo.
Voa livre o pensamento como um Deus, descortinando o espaço.
José Maria L. Silva
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