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FULGOR



  Das janelas da alma contempla-se o espaço, forrado de estrelas a luzir.
  Brilham as constelações, brilham milhões de estrelas.
  Milhões e milhões de estrelas a luzir.
  Brilham as estrelas cadentes.

  Estrelas de grande fulgor.
  Brilham com a intensidade do amor.
  O amor a luz maior.
  A brilhar como os olhos lindos dela.

  Ofuscando os meus olhos, enamorados dos olhos dela.
  Os meus olhos andam cegos de amor.
  Amor por uma estrela cadente.
  Estrela que não pressente, o meu sentimento lindo.

  O meu amor imenso, e infinito.
  O amor que, eu tentei ocultar.
  Preso a afinidade e a amizade sincera.
  Eu amo essa estrela bela.

  Com afeto e com ternura.
  Alem do imenso carinho que, eu tenho por essa estrela.
  Que tem nos olhos o fulgor.
  A incandescer minha alma.

José Maria L. Silva

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