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SAUDADE DOIDA


  Ah!... Que saudade doida!
  Culpa dos caprichos da vida.
  Onde andara aquela criança bonita que, era a luz, a alegrar o nosso lar, e as nossas vidas.

  Aquela criança bonita, filha da espiritualidade, era nossa felicidade, felicidade fugidia que, nos enganaria.
  Aquela criança bonita deixou uma saudade infinda, uma saudade doida, no seio da família.
  Família negra que a amava.

  Aquela criança bonita era a própria alegria.
  Agente achava graça nas coisas que ela fazia.
  Aquela criança bonita era a alegria do lar.

  Criança de uma beleza natural, tão amada pelo pai espiritual.
  Havia uma amizade entre ambos com tanta beleza.
  Que a criança queria a todo custo ter a pele negra, para ficar igualzinha ao pai.

  Aquela criança bonita colocava em tudo uma pitada de amor.
  A saborosa de frutas vermelhas ficava mais saborosa.

  Onde andara aquela criança bonita que, via beleza em tudo, via o mundo colorido.
  Dizia com alegria: olha pai que lindo dia! Que sol maravilhoso. Bom para andar de bicicleta no parque da várzea.
  Vida malvada levou a quem tanto agente amava.
  Oh!... Vida, que afastou de nós Vitor Henrique Silvestre da Silva.
   
  Dia 28 de dezembro é lembrado o aniversario de Vitor Henrique.
  Parabéns lindo, pelos 8 anos de idade.

José Maria L. Silva

2 comentários:

  1. Eita paizao. o nego ia falar pai depois vc ve o blog primeiro me leva no parque rsrsrsr

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  2. A saudade nos leva a muitos lugares,
    nos traz à mente momentos memoráveis,
    felizes,ou nem tão felizes assim,
    mas com certeza, quando lembramos de pessoas,
    a saudade sempre, nos faz recordar de momentos felizes...

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